Dúplex ganha ambientes alegres e aconchegantes e vira playground para adultos e crianças
Dúplex ganha ambientes alegres e aconchegantes e vira playground para adultos e crianças

Com 380 m², piscina, jardim, pérgola, spa e churrasqueira, a descrição deste imóvel parece tratar de uma casa, mas tudo isso se encontra em um apartamento com dois pavimentos em Alto de Pinheiros. A impressão que se tem não é mera coincidência. Foi um pedido dos proprietários aos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, responsáveis pela reforma do imóvel. “Eles queriam que a área social no térreo transmitisse a sensação de se estar em uma casa, se possível com piscina e espaço gourmet para eventos nos fins de semana, uma vez que o apartamento já passava essa ideia por ter um jardim”, contam.
Mas, primeiramente, os profissionais lidaram com uma série de questões de infraestrutura para que pudessem atender aos desejos dos clientes. “O imóvel foi incorporado à unidade vizinha pelo antigo morador que, depois, o separou novamente para vender”, relatam. Assim, eles precisaram modificar totalmente as instalações elétricas e o sistema de aquecimento de água, acrescentando um boiler e um quadro de luz.

A missão geral era fazer do imóvel um verdadeiro refúgio para a família com estilo de vida tranquilo. A esposa passa a maior parte do tempo em casa trabalhando em esquema home office e cuidando dos dois filhos pequenos, de 9 e 4 anos. O lar ideal para eles deveria ser amplo, claro e com poucas divisões de paredes. “Alguns espaços, entretanto, precisavam oferecer privacidade, como o home theater, o escritório e os closets individuais”.
Limpeza e manutenção práticas também eram cruciais. “O plano original era instalar um ofurô no spa integrado ao home theater. Com o decorrer do projeto, ele foi substituído por uma hidromassagem de fibra por ter manutenção bem mais simples”, explicam Magalhães e Souza. O piso de cimento queimado nos ambientes internos da área social também atendeu ao desejo de praticidade, além de já conferir o aspecto contemporâneo e descolado que o casal queria para o décor.
A iluminação foi mais uma dificuldade enfrentada pela dupla, especialmente devido ao pé-direito baixo do imóvel, sendo 2,52 m no pavimento superior e 2,70 m no térreo. “Somam-se a isso as vigas que ficaram à mostra pelas diversas modificações de paredes feitas. Assim, tivemos que resolver quase toda a parte luminotécnica com luminárias embutidas no forro e rasgos com lâmpadas fluorescentes ou cordas luminosas”. Nos closets, o forro não foi rebaixado para que não se perdesse espaço nos armários. Em vez disso, vigas e tubulações aparentes foram pintadas de preto e a luz resolvida com trilhos pretos eletrificados.




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